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Histórias de Pokémon #1 – Quando pegar todos era mais fácil

Publicado em:

16/05/2023

Pokémon e rivalidade andams empre juntas.

É fácil recordar experiências que quebraram fronteiras e proporcionaram vivências inesperadas, independentemente da idade na época.

Essa é uma descrição resumida do meu primeiro contato com uma franquia chamada Pokémon.

Na década de 90, muitas crianças não tinham acesso ao popular Gameboy e só conheciam o console e seus jogos por meio de revistas ou amigos mais privilegiados financeiramente.

Eu me encaixava na segunda opção.

Foto do Gameboy: o console mais famoso da Nintendo

Naquele momento, eu não sabia que a empresa por trás do Super Nintendo tinha um dispositivo portátil que cabia no bolso dos jogadores.

Foi ao visitar um amigo de escola que descobri o mundo dos monstrinhos de bolso, o qual mudaria completamente minha perspectiva sobre videogames.

O console cinza e sem vida me apresentou ao mundo de Pokémon.

Os gráficos em 8 bits em preto e branco possuíam uma beleza única, despertando minha imaginação e perspectivas sobre o que viria a seguir.

No jogo Pokémon Blue, meu save estava na cidade de Vermillion. Lembro-me vividamente de andar incessantemente pela Caverna Diglet’s, encontrando dezenas de Diglets pelo caminho.

Quando finalmente cansei de dar voltas e encontrar apenas o mesmo Pokémon, deparei-me com um Dugtrio.

Pokémon e sua grande relevância na cultura pop.

Foto: Os 4 cartuchos sagrados de Pokémon

Meu amigo explicou que era o mesmo Pokémon, só que evoluído.

Essa revelação quebrou paradigmas em minha mente quando o videogame, nas mãos do seu dono, mostrou uma esfera sendo lançada em direção ao Pokémon, e após alguns movimentos, revelou que ele agora pertencia ao treinador.

Eu, que até então acreditava que o objetivo era apenas derrotar os oponentes, fiquei surpreso ao descobrir que poderia capturá-los, treiná-los e evoluir meu time, personalizando-o conforme meu gosto.

No final de uma tarde repleta de emoções, assisti a um episódio do anime na TV a cabo, o que foi a cereja do bolo e solidificou meu desejo de ter essa franquia em minha vida.

Poucos meses depois, o anime chegou à TV Record, causando uma febre nacional e transformando Pokémon em um produto altamente desejado. Revistas, jogos de tabuleiro, brinquedos, tazos e até brinquedos de brinde em refrigerantes invadiram nossas vidas.

No entanto, essa experiência nunca foi completa, pois o jogo ainda não estava acessível para todos… até então.

Iniciei minha aventura com a ajuda de um dicionário de inglês, descobrindo cada detalhe do vasto universo à minha frente.

Aprendi sobre os tipos de Pokémon e sua história, cada nova captura, cada nova insígnia e cada novo HM que me permitia acessar novos locais no mapa.

Tudo isso me emocionava tanto que eu sempre ansiava por mergulhar ainda mais nesse universo.

Além disso, palavras como “Leaf Seed”, “Thunderbolt” ou “Water Gun” me aproximavam cada vez mais do idioma inglês, despertando em mim um interesse que os métodos de ensino convencionais nunca conseguiram.

Depois de completar as versões Red, Blue e a mais próxima do anime, Yellow, pensei que já estava satisfeito com tudo que a franquia Pokémon tinha me oferecido.

No entanto, a história não acabou aí.

Logo chegaram as versões Gold & Silver, mas essa é uma história para outro dia.

Durante as aulas, um dos momentos mais aguardados da semana era quando tínhamos a sessão de informática.

Enquanto usávamos o Paint Brush ou jogávamos Campo Minado, houve um dia especial em que um colega de sala afirmou ter o jogo de Pokémon em um disquete.

A princípio, eu não acreditava, mas a curiosidade me aproximou junto a um grupo de interessados, e pude ver com meus próprios olhos que o momento de iniciar minha aventura finalmente havia chegado.

Fiz uma cópia dos arquivos em uma unidade de armazenamento de incríveis 4 MB e levei para o computador do meu pai, onde instalei a minha cópia do Pokémon Red em seu Windows 98.

Assim, comecei minha jornada mais uma vez, explorando o universo diante de mim.

Com a ajuda do dicionário de inglês, descobri cada detalhe, aprendi sobre os tipos de Pokémon, sua história e as emoções que eles me transmitiam a cada captura, cada insígnia conquistada e cada novo movimento especial (HM) que abria caminho para novas áreas no mapa.

Tudo isso me deixava tão entusiasmado que eu sempre ansiava por mergulhar ainda mais nesse universo.

Além disso, ao descobrir o significado de palavras como “Leaf Seed”, “Thunderbolt” ou “Water Gun”, fui me aproximando cada vez mais do idioma inglês, despertando um interesse que os métodos convencionais de ensino jamais conseguiram despertar.

Depois de completar as versões Red, Blue e a mais próxima do anime, Yellow, pensei que já estava satisfeito com tudo que a franquia Pokémon tinha me oferecido.

Até que as versões Gold & Silver chegaram, mas isso é uma história para ser contada outro dia. Por hora continue navegando em nosso site e nos siga no Instagram.

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